quarta-feira, 22 de abril de 2015

Pedir ao tempo que pare o tempo

Sinto o cheiro dela, aquele corpo a enrrolar-se como só um recém-nascido sabe, os sons maravilhosos que faz, o suave da pele. Fecho os olhos a pedir que isto não acabe. Num sopro ela cresce e num sopro fico novamente sem bebé. Outras fases virão, lindas como esta. Divertidas, de orgulho, de amor incondicional. Mas nada se compara à ternura de um recém-nascido. Nada é tão mágico como estes primeiros momentos. Mesmo que chore, mesmo que não durma, mesmo que não nos dê um segundo de descanso (o que não é o caso), nada volta a ser tão puro!

E eu quero pedir ao tempo que pare o tempo para te amar assim pequenina por mais tempo!


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